Portaria autônoma para condomínios
A decisão de migrar a portaria do condomínio raramente é só técnica: envolve custo, assembleia e a confiança do morador. A Intertele começa por um estudo de viabilidade que mostra, com números e evidências de campo, se o prédio está pronto para o modelo.
Os desafios que encontramos com frequência
- Folha da portaria representando parcela relevante da taxa condominial.
- Dúvida do conselho sobre segurança real do modelo autônomo.
- Acessos secundários e garagens sem controle, que inviabilizam a migração.
- Moradores idosos ou sem smartphone que precisam de alternativa de liberação.
Como a Intertele resolve
O estudo de viabilidade cobre acessos, perímetro, iluminação, rede, energia e rotina do condomínio, e resulta em um parecer objetivo: viável, viável com adequações ou não recomendado — com o custo de cada adequação.
Aprovada a migração, a implantação segue por etapas: infraestrutura e cabeamento, instalação dos pontos de acesso e imagem, cadastro de moradores e veículos, período de convivência com a portaria presencial e, por fim, a operação autônoma com manutenção contratada.
Benefícios
Onde aplicamos
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Perguntas frequentes
Todo condomínio pode ter portaria autônoma?
Não. Prédios com muitos acessos abertos, perímetro vulnerável ou rede insuficiente precisam de adequação antes. O estudo de viabilidade aponta exatamente o que falta.
Como o morador sem smartphone entra?
Pelo reconhecimento facial, biometria, cartão ou tag cadastrados. O aplicativo é uma conveniência adicional, não a única forma de acesso.
Quanto tempo leva a implantação?
Depende do porte e das adequações necessárias. O cronograma é apresentado com o projeto, e a operação autônoma só começa depois do período de convivência com a portaria atual.
O condomínio pode voltar atrás?
A infraestrutura instalada continua útil em qualquer modelo: acesso, imagem e interfonia seguem funcionando mesmo que o condomínio decida manter portaria presencial.
